31.01.2026

Conheça a Rose, instrutora de GAP na Física

Como foi o teu primeiro contacto com a Física e o que te fez querer fazer parte desta casa?
O meu primeiro contacto com a Física aconteceu através de uma aluna, a Mafalda. Depois disso, fiz uma entrevista com o coordenador Vasco, onde apresentei o meu projeto, que acabou por ser aprovado pela Direção. Inicialmente, a ideia era abrir uma modalidade de jiu-jítsu, orientada pelo meu marido, mas acabou por ser comigo que a vaga ficou — e ainda bem.

Como descreverias o GAP e o Treino Funcional a alguém que nunca experimentou?
O GAP é um treino focado em glúteos, abdómen e pernas, com o objetivo de fortalecer e tonificar sobretudo os membros inferiores.
O Treino Funcional trabalha movimentos naturais do corpo, utilizando o peso corporal ou materiais específicos, ajudando a melhorar a coordenação, a funcionalidade e a preparação para as atividades do dia a dia.

O que mais gostas de trabalhar nas tuas aulas e no contacto com os alunos?
Gosto muito de trabalhar a consciência corporal. Explico sempre que músculo está a ser trabalhado, como executar corretamente cada movimento e utilizo técnicas para garantir uma boa base do exercício. O meu objetivo não é criar alunos “para mim”, mas sim preparar pessoas para a vida, capazes de treinar de forma consciente em qualquer ginásio.

Há algum momento numa aula que te faça pensar: “é por isto que adoro o meu trabalho”?
Sim, sem dúvida. Sempre tive a certeza de que estou na profissão certa. Não há preço quando vemos os resultados do nosso trabalho — melhorar a vida de alguém, tanto a nível físico como psicológico, através do exercício, de um sorriso ou até de um abraço.

Se alguém estiver a ler esta notícia agora, o que lhe dirias para aparecer na próxima aula?
Independentemente de patologias, dificuldades ou limitações, não procuro pessoas perfeitas, mas sim pessoas com vontade ou necessidade de mudar e experimentar algo novo. É importante quebrar barreiras, medos e tabus que nos impedem de ir mais além.
Não é sobre perfeição, é sobre progressão. O importante é não ficarmos parados — precisamos de nos mexer e ser ativos. Até a água mais limpa apodrece se ficar parada, e connosco não é diferente.